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A industrialização e a participação em mercados globais são analisados como fundamentais pro desenvolvimento brasileiro. Chegar, não obstante, a estes objetivos, é uma longa jornada que passa desde a modernização do serviço público e a realização da reforma tributária ao aceleramento de privatizações e à extinção do piso regional. “O que gera emprego e salário grande é atividade econômica”, comentou a empresários locais o economista chefe da Fiergs, André Nunes de Nunes, ao longo da palestra Indústria Gaúcha em Movimento.

1 que recebe de investimento e é responsável pelo 111,sete bilhões de dólares em exportações. Emprega, de acordo com o Ministério do Trabalho, 9,seis milhões de trabalhadores e coopera com 32% da coleta da União em tributos federais. No Eixo 1, a Fiergs defende uma rápida modernização tributária, pois, em média, a nação edita 555 normas tributárias por dia. “O setor público tem sido um vento contra a indústria.

Sem reforma tributária é muito árduo produzir”, falou Nunes. Para sair deste cenário, é necessário, além da reforma, facilitar as PPPs, aumentar o prazo de recolhimento de impostos federais e simplificar o ICMS no Estado, tendo como exemplo, defende o documento. Atualmente, o Brasil ocupa a 108ª colocação entre 137 nações num ranking de infraestrutura.

A término de melhorar esse retrospecto, presente no Eixo 2 – Infraestrutura e Logística -, o documento da Fiergs defende o avanço nas privatizações, a concessão de rodovias e a diversificação dos modais de transporte, entre outras ações. “E chamo atenção para o fornecimento de energia. Se a nação voltar a desenvolver-se por mais de quatro anos a um média 3%, a gente vai ter defeito com a oferta de energia”, alertou Nunes.

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Quanto ao Eixo 3, referente à adequação do setor público, a Fiergs diz que a dívida pública no estado é muito alta. “O endividamento bruto total do setor público, segundo o FMI, foi de 84% do PIB em 2017, no tempo em que a média dos países emergentes foi de 54%”, comparou Nunes. 292,quatro bilhões -, e também uma reforma administrativa, deixando a estrutura do Estado mais enxuta. “Todos se adequaram à decadência, de famílias a empresas, menos o setor público”, comentou. Como artigo positivo pela pauta, cita a extinção da condição de plebiscito pra privatização de organizações públicas no Rio Grande do Sul.

No quarto eixo – Inserção externa e algumas tecnologias -, o que atrapalha a nação é a baixa perícia de formação de conhecimento, inovando insuficiente e registrando poucas patentes. Para aprimorar a performance, o documento prega acordos comerciais com países essenciais e simplificação no acesso a crédito pra inovação. E, finalmente, no quinto eixo – Empreendedorismo, indústria e comunidade -, Nunes argumentou que os Estados que mantêm piso regional são os que menos crescem. “Aumento de salário ocorre quando existe acréscimo da atividade econômica, e não no canetaço.

A reunião-almoço também contou com um rápido relato dos trabalhos do Conselho de Articulação Parlamentar (COAP) da Fiergs, que atua pela defesa dos interesses da indústria, através de influência nas decisões do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa. O empresário bento-gonçalvense Carlos Bertuol, vice-presidente regional do Ciergs, argumentou que Bento Gonçalves foi o segundo município a ganhar a palestra Indústria Gaúcha em Movimento. “Em Bento Gonçalves, a indústria representa 60% da economia. Apesar de fortes, diversificadas e modernas, nossas empresas enfrentam as mesmas problemas que todos os industriais sofrem no Brasil, e que são bem conhecidas: alta carga tributária, burocracia e infraestrutura deficiente” lembrou.

Em teu discurso de boas-vindas aos representantes da Fiergs, o presidente do CIC-BG, Elton Paulo Gialdi, enalteceu o serviço da entidade, que procura pela atuação política uma maneira de acompanhar atendidos seus pleitos. “Entendemos que a articulação política é o rumo para avançarmos nas questões estruturais que tal carecemos”, opinou Gialdi. Para ele, por bastante tempo a categoria empresarial se absteve de participar das questões políticas, e essa falta cobrou um valor caro nos últimos anos.